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Riscando o chão da passarela do samba na primeira noite dos desfiles das escolas de samba de São Paulo, a tradicional Rosas de Ouro entrou na avenida para falar sobre ato de modificação do corpo humano mais conhecido e cultuado do mundo, a tatuagem. A azul e rosa mostrou garra e trouxe alegorias que impressionaram pela altura.

O enredo, desenvolvido pelo carnavalesco carioca André Cezari, viajou no tempo e mostrou os primeiros traços da tatuagem feitos pelo homem. Desde a pré-história até os dias atuais.

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A presidente Angelina Basílio foi responsável pela abertura do desfile com um forte discuso, agradecendo os patrocinadores da agremiação e incentivando a comunidade a desfilar com alegria e com o objetivo e trazer a oitava estrela para a Brasilândia. Em seguida o intérprete Darlan Alves cantou o hino de 2016 composto por Vagner Mariano, Fabiano Sorriso, Marcus Boldrini, Márcio André Filho, Rapha SP, Wellington da Padaria, Guiga Oliveira e Bolt Mascarenhas.

 VÍDEO VÍDEO COM A LARGADA DA ROSAS DE OURO

A comissão de frente do coreografo Renee Rodrigues mostrou muita agilidade o os componentes vieram vestidos de marinheiro. A primeira alegoria veio repleta de esculturas com homens e personagens da pre-história. A bateria de mestre Rafael passou vestida também de marinheiro conquistou aplausos do público ao realizar algumas paradinhas. O estreante primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Isabel e Marquinhos, bailaram com uma rica fantasia com muitas penas de faisão marrom, rosa e azul.

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A segunda alegoria mostrava mostrava circo de horrores e maravilhas. As fantasias do Rosas vieram com um alto nível de sofisticação, rica em detalhes e capricho, marca registrada da escola nos último carnavais. Os componentes mostraram empolgação e cantaram com vigor o samba-enredo.

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O terceiro e quarto carro mostraram a modernização da tatuagem e sua prática dentro dos presídios. O amor ao futebol e aos esportes radicais, que são estampados na pele, também estiveram em algumas alas da roseira. Após os 30 minutos a agremiação acelerou um pouco seu andamento, comprometendo sua evolução pela passarela. O último carro, que exaltou o amor de seus componentes pela Rosas de Ouro, fechou a apresentação dentro do tempo previsto em regulamento.

No final do desfile nossa equipe conversou com o diretor geral de harmonia, João, para saber sobre o desempenho da Roseira, ouça:

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