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A terceira escola de samba a desfilar na sexta-feira de carnaval, em São Paulo, foi a Mancha Verde e a comunidade da agremiação fez bonito ao trazer um desfile com muito luxo e grandiosidade. Fantasias e alegorias destacaram acabamento primoroso. De acordo com o presidente da entidade, o investimento no desfile foi de aproximadamente R$ 6 milhões de reais, bem superior aos últimos carnavais da agremiação.

O enredo da escola, “Oxalá salve a princesa. A Saga de uma guerreira negra”, a Mancha contou a história de Aualtune, a mãe de Zumba e avó de Zumbi dos Palmares (líder quilombola), que foi uma princesa africana que liderou em 1665 uma força de dez mil homens na Batalha de Mbwila, em Angola. Derrotada, aprisionada e escravizada, foi trazida ao Brasil. Após alguns anos de escravidão, fugiu e se tornou uma das líderes e fundadoras do Quilombo dos Palmares.

Casal de mestre-sala e porta-bandeira da Mancha (Foto: Felipe Silva)

O responsável pelo desenvolvimento das fantasias e alegorias para essa temporada da Mancha é o carnavalesco estreante Jorge Freitas, uma das grandes referências em acabamento e sofisticação da folia paulistana. Em conversa com equipe de reportagem do Amantes do Carnaval de São Paulo, Freitas revelou que, a dois meses dos desfiles oficiais, a Mancha estava com quase 90% de seu trabalho no barracão e ateliê finalizado.

Sereno, Chefia, Darlan Alvez, Rodrigo Minueto, Gui Cruz, André Ricardo e Rodolfo Minueto são os responsáveis pela composição do samba-enredo que foi cantado por Freddy Vianna.

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