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Por Felipe Cruz e Tiago Bombonatti
Com a colaboração de Guilherme Queiroz e Thiago Carvalho

Cantando os cem anos de um dos ritmos mais tradicionais do Brasil, o samba, a Unidos do Peruche abriu a segunda noite dos desfiles das escolas de samba e São Paulo na noite deste sábado (6). O desfile da filial foi marcado por referências a história do ritmo, baluartes e escolas de agremiações tradicionais.

Desenvolvido pelo carnavalesco Murilo Lobo, o tema da Peruche faz um tributo aos 100 anos do samba, comemorado neste ano de 2016, ano em que a agremiação comemora 6o anos de fundação. O enredo é “Ponha um pouco de amor numa cadência e vai ver que ninguém no mundo vence a beleza que tem o samba…100 anos de samba, minha vida, minha raiz”.

 

A concentração da Peruche começou com um esquenta da bateria “Rolo Compressor”. O presidente Sidney de Moraes (Ney)  disse estar feliz pelo retorno ao Grupo Especial e fez um alerta: ‘vamos botar fogo na avenida’. Em seguida os intérpretes responsáveis pelo time de canto, Quinho e Toninho Penteado, emocionaram a comunidade com o hino da agremiação e em seguida cantaram o samba-enredo 2016 dos autores Jairo Roizen, Ronny Potolski, Madureira, Marcelo Madureira, Alex Barbosa, Sukatinha, Bagé, Tubino, Igor Vianna, Thiago Sousa, Gilson, Kaballa, Victor e Meiners.

VÍDEO COM A LARGADA DA UNIDOS DO PERUCHE

A comissão de frente, coreografada por Paula Gasparini trouxe um grande elemento alegórico, passou com passos bem entrosados e trajada com adereços que lembravam os instrumentos musicais que dão ritmo ao samba; pandeiro, chocalho, caixa e outros. O casal responsável pela ostentação do primeiro pavilhão, Fabiano Dourado e Thaís Paraguassú, bailaram com um belo figurino.

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A ala de abaianas veio em seguida, vestidas de Tias Baianas. O Carro abre-alas, “A raiz negra do samba”, fez uma homenagem às raizes do samba e também a Bahia.

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A Bateria passou por todos os setores com muita segurança e contagiou os espectadores com seu ritmo. A segunda alegria trouxe uma escultura de Carmem Miranda e as alas do primeiro setor lembraram sambas de grande tradição como “As rosas não falam” e “trem das onze”.

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Já a terceira alegoria fez referência a sambistas imortais, como Noel Rosa, Martinália  e outros grandes nomes do samba brasileiro. As alas cantavam alegremente os refrões do samba-enredo. O quarto carro veio com Cacique de Ramos e para fechar com chave de ouro, a filial fez uma grande homenagem ao samba de São Paulo.

A escola fechou seu desfile sem problemas de evolução. Nossos repórteres conversaram com Toninho, Diretor de Harmonia, para saber desse desfile da Peruche, ouça:

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