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“Ayakamaé – As Águas Sagradas do Sol e da Lua” é o tema de enredo que a Mocidade Alegre mostrou em seu desfile oficial realizado na noite deste sábado (2) no Sambódromo de São Paulo. O projeto traz uma lenda indígena que narra o nascimento de um dos rios mais extensos do mundo, o Amazonas. Em alguns momentos do desfile, os componentes apertaram o passo para concluir a apresentação.

Uma comissão de carnaval, formada por Neide Lopes, Carlinhos Lopes, Paulo Brasil e Márcio Gonçalves é responsávl pela criação da história e nos contaram que “o Sol e a Lua, criados por Tupã para proteger a Terra, se apaixonam, mas ao ficarem juntos, a energia potente destrói o planeta. Matas queimam e o mar invade a terra. Tupã vendo que a destruição causada pelo amor, separa os dois. A Lua sofrendo de amor, chora e do seu choro nasceu o Rio Amazonas (chamado carinhosamente pelos indígenas como Ayakamae) restabelecendo a floresta e trazendo vida”.

Componente da Mocidade (Foto: Felipe Cruz / Amantes do carnaval de São Paulo)

E ainda revelam que “Tupã ao ver o que o pranto da Lua foi capaz de fazer, permite que os dois se vejam todos os dias, mas permite que eles se encontrem apenas algumas vezes ao ano (eclipse)”.

A agremiação da presidente Solange Bichara Rezende coleciona 10 títulos no Grupo Especial de São Paulo e seu samba 2019 é dos compositores Biro-Biro, Gui Cruz, Imperial, Maradona, Portuga, Rafael Falanga, Rodrigo Minuetto, Turko e Vitor Gabriel. A obra foi cantada na avenida por Igor Sorriso.

 

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